
Com a decisão, a ZPE Ceará passará de 4.271,4 hectares para 6.182,44 hectares, incorporando área de 1.911,04 hectares
A Zona de Processamento de Exportação do Estado do Ceará (ZPE Ceará) obteve a aprovação do processo de expansão da poligonal da estatal junto ao Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CNZPE), colegiado ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). A aprovação foi divulgada pelo governador Camilo Santana, após reunião com o ministro Armando Monteiro, nesta terça-feira (26).
A resolução segue agora para a aprovação da presidente Dilma Rousseff. Com a decisão, a ZPE Ceará passará de 4.271,4 hectares para 6.182,44 hectares, incorporando área de 1.911,04 hectares. A nova área será dividida por setores, sendo o Setor II Norte destinado para a captação de um projeto de refinaria compacta e moderna e o Setor II Sul para indústrias dos setores calçadista, têxtil, petroquímico, metalmecânico, agroindústria, granito e alimentos.
Após a aprovação da presidente da República, o passo seguinte será o alfandegamento da nova área junto à Receita Federal do Brasil (RFB) por trata-se de zona primária a ser gerida pela ZPE Ceará. Segundo o assessor Especial para Assuntos Internacionais do Governo do Estado, Antonio Balhmann, a ZPE Ceará pretende atrair investimentos em diversas áreas, dentre elas pedras ornamentais e calçados, visando o mercado americano e componentes para a indústria de petróleo, visando a América Latina, por meio de empresas chinesas.
Balhmann lembra que, no mês passado, dez empresas do setor do granito de Espírito Santo já assinaram cartas de intenção para a instalação de unidades de produção na área da ZPE Ceará. Com uma vocação exportadora comprovada, o segmento de granito deve ser o próximo, depois do siderúrgico, a se instalar na ZPE. "Essas empresas possuem mercados conquistados para exportação, portanto, não terão dificuldades de se inserir no contexto internacional", explica.
INFRAESTRUTURA
De acordo com o presidente da ZPE Ceará, Mário Lima Júnior, qualquer indústria com foco em exportação é bem-vinda à ZPE, desde que obedeça à legislação que determina o direcionamento de 80% de sua produção para o mercado externo e 20% para o consumo interno. "Além dos benefícios fiscais, administrativos e cambiais oferecidos para as empresas que se instalarem na área da estatal, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), onde funciona a ZPE, oferece uma excelente infraestrutura com água, energia, mão de obra qualificada e transporte, incluindo rodovia, ferrovia e porto", comenta.
Mário ressalta que o Porto do Pecém é um dos melhores portos brasileiros em infraestrutura, com berços de 15 a 18 metros de profundidade e capacidade para receber navios de até 160 mil toneladas, movimentando anualmente cerca de 13 milhões de toneladas. "A navegação para o continente asiático hoje é feita pela África. A partir de 2017, ela passará a ser feita também pelo Canal do Panamá, reduzindo de forma significativa o tempo de deslocamento", conclui.

27.04.2016
Assessoria de Imprensa da ZPE Ceará
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Lorena Teixeira
Assessora de Comunicação da Secretaria de Assuntos Internacionais do Governo do Estado do Ceará
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Com uma plateia formada pelas famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, o governador Camilo Santana, juntamente com ministro das Comunicações, André Figueiredo, fez a entrega de mais 760 moradias para a população cearense, na manhã desta terça-feira (26), em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.
organizar a minha vida e pensar em novos sonhos. Já vejo em meu apartamento bastante espaço para por as minhas coisas e do meu jeito. Essa é uma liberdade, além da questão financeira, de saber que estou em minha casa e não na casa de mais ninguém”, disse.
Programa Minha Casa, Minha Vida é visto como um grande programa de valorização das mulheres também. Ver essas mães chorarem de alegria é muito comovente”, disse emocionada. As cidades beneficiadas nesta terça foram: Caucaia, no Ceará, com 760 unidades habitacionais; São Carlos e Pirassununga, em São Paulo, com 986 e 385 unidades, respectivamente; Salvador, na Bahia, com 2.800 moradias; e Santa Maria, no Rio Grande do Sul, com 362 residências. No Ceará, as novas habitações estão divididas em três residenciais (José Lino da Silveira I, III e Atenas), e receberam investimento total de R$ 46,56 milhões, com contrapartida do Estado de R$ 4,53 milhões.
Cada unidade possui 43 m², divididos entre dois quartos, sala, cozinha, área de serviço e banheiro social. O residencial José Lino é composto por oito módulos, totalizando 2.656 unidades habitacionais. Desde o ano passado, já foram entregues os apartamentos referentes aos módulos II, IV, VI e VII. Já o residencial Atenas faz parte do conjunto habitacional “Os Gregos”. O conjunto conta com quatro módulos (Atenas, Corinto, Tebas e Olimpia), que somam 880 unidades habitacionais